O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que continuará envolvido com a política depois do final de seu segundo mandato. Ele disse não ter pensado na possibilidade de concorrer novamente ao cargo em 2014.
"O que vou fazer, não sei. A única coisa de que tenho certeza é de que vou continuar fazendo política", disse o presidente.
Questionado sobre a possibilidade de ser candidato à Presidência em 2014, Lula disse que "seria uma imprudência" de sua parte pensar tão à frente. "Dependo de Deus e da saúde", afirmou o presidente, que completou 64 anos em 2009.
Lula também disse ter certeza de que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fará um bom governo caso seja eleita presidente no ano que vem e "terá direito de pleitear a reeleição" em 2014.
Se isso ocorrer, Lula disse que ficará "contente em ser um cabo eleitoral" nas eventuais campanhas de Dilma.
Lula ainda falou que, quando deixar a Presidência, mesmo que continue dedicado à política, evitará dar opiniões sobre seus sucessores --referência às críticas de antecessor, Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), a sua administração.
"Os ex-governantes contribuirão muito com o Brasil se deixarem a Presidência e ficarem calados, sem dar opinião sobre o próximo governo, e assim pretendo proceder", disse.
O presidente disse ter feito mais do que os brasileiros poderiam imaginar e, por isso, está "tranquilo" em relação a seu legado.
"Quem vier encontrará um Brasil infinitamente melhor do que o que eu encontrei. E terá que fazer muito mais do que o que eu fiz, e o que vier depois, mais ainda, para que o Brasil se transforme em uma economia muito forte nos próximos dez anos", afirmou.
Retirado da FolhaOnline
domingo, 29 de novembro de 2009
Dilma diz que se tornará pré-candidata em 2010
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse nesta quarta-feira que vai virar pré-candidata somente em fevereiro de 2010, quando será realizado o congresso nacional do PT para definir quem vai disputar a Presidência da República pelo partido.
"Eu só vou virar pré-candidata em fevereiro, porque só em fevereiro tem o congresso do PT para escolher quem vai ser indicado para concorrer à sucessão do presidente Lula e para dar continuidade ao projeto do governo do presidente Lula", disse a ministra em entrevista à rádio Gaúcha.
A declaração foi em resposta à pergunta sobre como Dilma está trabalhando sua agenda em relação às eleições de 2010. Além de adiar a confirmação de sua pré-candidatura, a ministra afirmou que atualmente está dedicando à coordenação do governo.
Questionada sobre os números pesquisa CNT/Sensus divulgada na terça-feira (23), a ministra disse que o levantamento mostra apenas o retrato do momento e que ninguém pode ficar triste ou alegre com os números.
"Pesquisa é uma coisa virtual, volátil. Ninguém pode ficar nem muito triste nem muito alegre. [...] Não vejo grandes vantagens, nem desvantagens. É um indicador", afirmou.
Segundo a pesquisa, Dilma aparece em segundo, com 21,7% das intenções de voto, seguida pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 17,5%. Marina Silva (PV) tem 5,9% das intenções de voto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a pesquisa com 31,8%.
Retirado da FolhaOnline
"Eu só vou virar pré-candidata em fevereiro, porque só em fevereiro tem o congresso do PT para escolher quem vai ser indicado para concorrer à sucessão do presidente Lula e para dar continuidade ao projeto do governo do presidente Lula", disse a ministra em entrevista à rádio Gaúcha.
A declaração foi em resposta à pergunta sobre como Dilma está trabalhando sua agenda em relação às eleições de 2010. Além de adiar a confirmação de sua pré-candidatura, a ministra afirmou que atualmente está dedicando à coordenação do governo.
Questionada sobre os números pesquisa CNT/Sensus divulgada na terça-feira (23), a ministra disse que o levantamento mostra apenas o retrato do momento e que ninguém pode ficar triste ou alegre com os números.
"Pesquisa é uma coisa virtual, volátil. Ninguém pode ficar nem muito triste nem muito alegre. [...] Não vejo grandes vantagens, nem desvantagens. É um indicador", afirmou.
Segundo a pesquisa, Dilma aparece em segundo, com 21,7% das intenções de voto, seguida pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 17,5%. Marina Silva (PV) tem 5,9% das intenções de voto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a pesquisa com 31,8%.
Retirado da FolhaOnline
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Aécio desmente que retiraria pré-candidatura
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), disse nesta quarta-feira que não retiraria sua pré-candidatura à Presidência da República em favor do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE). Aécio disse que seu compromisso é com o PSDB e que estará com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas eleições de 2010.
"Não [retiraria a candidatura]. Eu tenho um compromisso com o PSDB. Ele é absolutamente claro. Serra e eu estaremos juntos. Eu agradeço a gentileza e generosidade do companheiro Ciro. Ele é sempre muito bem-vindo a Minas Gerais, seja eu governador, esteja eu sem mandato", afirmou Aécio, que defende a indicação do PSDB com Serra.
Na semana passada, Ciro admitiu em duas ocasiões que sua candidatura não seria mais necessária se Aécio for o nome tucano na disputa. "Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, penso que sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, que desconversou sobre a possibilidade de ser vice de Aécio. "Sobre candidatura, meu partido é quem decide", disse na ocasião.
Hoje, ao negar a possibilidade de retribuir a iniciativa de Ciro, Aécio agradeceu "de público" as declarações do deputado e ressaltou que se sua candidatura não se viabilizar, continuará atuando no "campo das oposições" --o PSB faz parte da base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar da relação próxima com Aécio, Ciro tem o apoio do presidente Lula para disputar o governo de São Paulo. O deputado, por sua vez, já declarou várias vezes que não interesse no governo paulista e que pretende se candidatar à Presidência.
Sobre a pressão de partidos aliados ao PSDB para que Serra defina sua candidatura à Presidência, Aécio disse que o momento é de diálogo e que 30 dias a mais ou a menos na definição não vão fazer diferença.
"Acho que não é o caso de pressão. O governador Serra é um homem público experimentado. Ele tem a sua estratégia. Ele não tem escondido essa estratégia. Ele tem a tornado pública e temos que respeitá-lo", disse Aécio.
Retirado da FolhaOnline
"Não [retiraria a candidatura]. Eu tenho um compromisso com o PSDB. Ele é absolutamente claro. Serra e eu estaremos juntos. Eu agradeço a gentileza e generosidade do companheiro Ciro. Ele é sempre muito bem-vindo a Minas Gerais, seja eu governador, esteja eu sem mandato", afirmou Aécio, que defende a indicação do PSDB com Serra.
Na semana passada, Ciro admitiu em duas ocasiões que sua candidatura não seria mais necessária se Aécio for o nome tucano na disputa. "Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, penso que sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, que desconversou sobre a possibilidade de ser vice de Aécio. "Sobre candidatura, meu partido é quem decide", disse na ocasião.
Hoje, ao negar a possibilidade de retribuir a iniciativa de Ciro, Aécio agradeceu "de público" as declarações do deputado e ressaltou que se sua candidatura não se viabilizar, continuará atuando no "campo das oposições" --o PSB faz parte da base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar da relação próxima com Aécio, Ciro tem o apoio do presidente Lula para disputar o governo de São Paulo. O deputado, por sua vez, já declarou várias vezes que não interesse no governo paulista e que pretende se candidatar à Presidência.
Sobre a pressão de partidos aliados ao PSDB para que Serra defina sua candidatura à Presidência, Aécio disse que o momento é de diálogo e que 30 dias a mais ou a menos na definição não vão fazer diferença.
"Acho que não é o caso de pressão. O governador Serra é um homem público experimentado. Ele tem a sua estratégia. Ele não tem escondido essa estratégia. Ele tem a tornado pública e temos que respeitá-lo", disse Aécio.
Retirado da FolhaOnline
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PSOL quer aliança com Marina Silva
A presidente do PSOL e vereadora de Maceió Heloisa Helena, formalizou nesta terça-feira o pedido para que o PV constitua uma comissão para discutir uma possível aliança para as eleições de 2010. Heloisa Helena esteve com a pré-candidata do PV à sucessão presidencial, a senadora Marina Silva (AC), e propôs que os diálogos comecem na próxima semana.
Heloisa Helena se esforçou para mostrar intimidade com o projeto de Marina e intimidade com a ex-colega do PT. A vereadora, no entanto, disse que o PSOL ainda não descartou totalmente lançar um candidato para brigar pelo comando do Palácio do Planalto no ano que vem.
"Essa questão não pode ser descarta agora [candidatura própria]. Por isso, pedimos que seja formalizada essa comissão para que se estabeleça um diálogo no sentido de construir uma unidade para que possamos andar juntas. Vamos trabalhar nesse sentido.
Marina reconheceu que PV e PSOL possuem divergências programáticas, como a defesa do aborto, mas minimizou o impacto dessas diferenças em uma possível aliança. "Na verdade, que essas diferenças existem todos nós sabemos, mas as vezes elas existem dentro do próprio partido", afirmou.
A vereadora praticamente descartou formar uma chapa com Marina na disputa presidencial. "Eu já disse que na eleição passada seria uma decisão do partido e que em 2010 seria do povo de Alagoas. Fiz a opção de morar em Alagoas, poderia estar seguindo minha carreira acadêmica na França, no Rio de Janeiro, mas preferi ouvir os apelos do povo de Alagoas e voltar porque me sinto na obrigação de disputar a eleição independente de ganhar ou vencer", disse.
Heloisa Helena disse que não se sente à vontade de disputar a corrida presidencial contra Marina. Para Heloisa Helena, Marina Silva, é o único nome capaz de promover o debate do desenvolvimento sustentável com inclusão social.
"Já disse várias vezes que não gostaria de ser candidata com Marina sendo candidata. [...] Eu pessoalmente me sinto profundamente feliz e realizada como mulher, como mãe, como cidadã brasileira em ter a oportunidade de votar em Marina para a presidência da República", disse.
Retirado da FolhaOnline
Heloisa Helena se esforçou para mostrar intimidade com o projeto de Marina e intimidade com a ex-colega do PT. A vereadora, no entanto, disse que o PSOL ainda não descartou totalmente lançar um candidato para brigar pelo comando do Palácio do Planalto no ano que vem.
"Essa questão não pode ser descarta agora [candidatura própria]. Por isso, pedimos que seja formalizada essa comissão para que se estabeleça um diálogo no sentido de construir uma unidade para que possamos andar juntas. Vamos trabalhar nesse sentido.
Marina reconheceu que PV e PSOL possuem divergências programáticas, como a defesa do aborto, mas minimizou o impacto dessas diferenças em uma possível aliança. "Na verdade, que essas diferenças existem todos nós sabemos, mas as vezes elas existem dentro do próprio partido", afirmou.
A vereadora praticamente descartou formar uma chapa com Marina na disputa presidencial. "Eu já disse que na eleição passada seria uma decisão do partido e que em 2010 seria do povo de Alagoas. Fiz a opção de morar em Alagoas, poderia estar seguindo minha carreira acadêmica na França, no Rio de Janeiro, mas preferi ouvir os apelos do povo de Alagoas e voltar porque me sinto na obrigação de disputar a eleição independente de ganhar ou vencer", disse.
Heloisa Helena disse que não se sente à vontade de disputar a corrida presidencial contra Marina. Para Heloisa Helena, Marina Silva, é o único nome capaz de promover o debate do desenvolvimento sustentável com inclusão social.
"Já disse várias vezes que não gostaria de ser candidata com Marina sendo candidata. [...] Eu pessoalmente me sinto profundamente feliz e realizada como mulher, como mãe, como cidadã brasileira em ter a oportunidade de votar em Marina para a presidência da República", disse.
Retirado da FolhaOnline
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Kassab sonha com Serra presidente
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse nesta segunda-feira que tem um sonho com o governador José Serra (PSDB) inaugurando uma obra do metrô paulista como presidente da República, em 2012.
"Você sabe que eu tenho um sonho... Meu sonho é que ele [Serra] venha aqui como presidente inaugurar [o metrô]", afirmou Kassab.
A declaração foi feita durante entrevista coletiva após cerimônia de lançamento das obras de prolongamento da Linha 2-Verde até Cidade Tiradentes, na zona leste da cidade. Antes, no discurso, Serra disse que acreditava "piamente" que Kassab vai participar da inauguração, em 2012.
"Eu acredito piamente que o Gilberto Kassab vai poder participar da sua inauguração quando for feita sua entrega. E este será o símbolo da integração Estado-prefeitura", afirmou.
Serra evitou comentar a pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira na qual lidera com 31,8% das intenções de voto.
Questionado sobre a possibilidade de também participar da inauguração, Serra disse que Deus é quem sabe. O mandato do tucano como governador termina em dezembro de 2010 e ele ainda não decidiu se vai disputar a reeleição ou concorrer à Presidência.
Perguntado novamente se era Deus ou o eleitor que ia decidir sua participação na inauguração, Serra demonstrou indefinição quanto a seu futuro político. "A essa altura do campeonato, só Deus", disse.
O custo inicial do prolongamento da Linha 2-Verde será de R$ 2,8 bilhões, divididos entre Estado (R$ 1,8 bilhão) e prefeitura (R$ 1 bilhão). O novo trecho terá 23,8 quilômetros de extensão em um novo conceito de metrô: o monotrilho. O trem funcionará com tração elétrica e correrá sobre pneus, circulando numa via elevada entre 12 e 15 metros de altura, dependendo do trecho.
Retirado da FolhaOnline
"Você sabe que eu tenho um sonho... Meu sonho é que ele [Serra] venha aqui como presidente inaugurar [o metrô]", afirmou Kassab.
A declaração foi feita durante entrevista coletiva após cerimônia de lançamento das obras de prolongamento da Linha 2-Verde até Cidade Tiradentes, na zona leste da cidade. Antes, no discurso, Serra disse que acreditava "piamente" que Kassab vai participar da inauguração, em 2012.
"Eu acredito piamente que o Gilberto Kassab vai poder participar da sua inauguração quando for feita sua entrega. E este será o símbolo da integração Estado-prefeitura", afirmou.
Serra evitou comentar a pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira na qual lidera com 31,8% das intenções de voto.
Questionado sobre a possibilidade de também participar da inauguração, Serra disse que Deus é quem sabe. O mandato do tucano como governador termina em dezembro de 2010 e ele ainda não decidiu se vai disputar a reeleição ou concorrer à Presidência.
Perguntado novamente se era Deus ou o eleitor que ia decidir sua participação na inauguração, Serra demonstrou indefinição quanto a seu futuro político. "A essa altura do campeonato, só Deus", disse.
O custo inicial do prolongamento da Linha 2-Verde será de R$ 2,8 bilhões, divididos entre Estado (R$ 1,8 bilhão) e prefeitura (R$ 1 bilhão). O novo trecho terá 23,8 quilômetros de extensão em um novo conceito de metrô: o monotrilho. O trem funcionará com tração elétrica e correrá sobre pneus, circulando numa via elevada entre 12 e 15 metros de altura, dependendo do trecho.
Retirado da FolhaOnline
Ciro abrindo mão da candidatura política?
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) reafirmou nesta terça-feira, 17, que poderá desistir de ser candidato à Presidência da República em 2010 caso o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, consiga se viabilizar como presidenciável do PSDB. Aécio e Ciro participaram de um evento em Belo Horizonte e depois almoçaram reservadamente no Palácio das Mangabeiras.
"Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, eu penso que a sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, após a solenidade de lançamento do portal da ONG Brasil Tem Jeito, idealizado pelo deputado federal Rodrigo de Castro (MG), secretário-geral do PSDB e um dos principais aliados do governador mineiro.
O deputado pelo Ceará voltou a observar que sua candidatura é uma decisão do partido, mas justificou sua disposição de abrir mão em favor de Aécio dizendo que o mineiro encerra o "provincianismo" da disputa entre as alas paulistas do PT e do PSDB.
"A minha necessidade aguda de ser candidato não remanesce mais", afirmou. "O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos, que é como ele faz em Minas Gerais, e celebrar um projeto de País que dê avanço ao que o presidente Lula representou".
O governador mineiro classificou Ciro como o "amigo de uma vida" e disse que avaliaria "todas as possibilidades" na conversa com o deputado do PSB. "Se pudermos estar juntos, para mim seria extraordinário. Se não pudermos não deixaremos de ter afinidades. Essas afinidades não se perdem em razão de circunstâncias políticas ou partidárias".
Retirado do jornal Estadão
"Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, eu penso que a sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, após a solenidade de lançamento do portal da ONG Brasil Tem Jeito, idealizado pelo deputado federal Rodrigo de Castro (MG), secretário-geral do PSDB e um dos principais aliados do governador mineiro.
O deputado pelo Ceará voltou a observar que sua candidatura é uma decisão do partido, mas justificou sua disposição de abrir mão em favor de Aécio dizendo que o mineiro encerra o "provincianismo" da disputa entre as alas paulistas do PT e do PSDB.
"A minha necessidade aguda de ser candidato não remanesce mais", afirmou. "O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos, que é como ele faz em Minas Gerais, e celebrar um projeto de País que dê avanço ao que o presidente Lula representou".
O governador mineiro classificou Ciro como o "amigo de uma vida" e disse que avaliaria "todas as possibilidades" na conversa com o deputado do PSB. "Se pudermos estar juntos, para mim seria extraordinário. Se não pudermos não deixaremos de ter afinidades. Essas afinidades não se perdem em razão de circunstâncias políticas ou partidárias".
Retirado do jornal Estadão
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Dirceu diz que PT precisa agilizar candidatura de Dilma
da Folha Online
O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) disse hoje em seu blog que a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) à Presidência obrigará o PT a apressar o lançamento do nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). O PMDB, principal partido da base aliada, tem pressa na definição e já cobrou de Dilma que assumisse a candidatura.
"A candidatura de Ciro Gomes [...], se confirmada como tudo indica, levará também o PT a ter que acelerar suas alianças e as definições relativas à candidatura da ministra Dilma Roussef", escreveu Dirceu em seu blog. "São consequências objetivas das decisões legítimas e soberanas do PSB e do deputado cearense."
Dirceu negou que tenha defendido o rompimento da aliança PSB-PT nas eleições de 2010. "[...] Se Ciro for candidato, o PSB legitimamente é que estará deixando a aliança com o PT e com nossa candidata, Dilma Rousseff, sem deixar o governo e o apoio ao presidente Lula, como tem reafirmado o próprio deputado-candidato."
No entanto, ele reafirmou que a candidatura de Ciro trará prejuízos aos palanques estaduais do PSB, além de disputar com o PT as mesmas alianças. "[...] Disputará conosco o apoio do PC do B, PDT, PR e PMDB e mesmo do PTB --que apoiou Ciro em 2002-- e do PP em nível estadual."
"E nós, do PT, teremos que decidir como compatibilizar nosso apoio aos governadores do Ceará, Cid Gomes, e de Pernambuco, Eduardo Campos e o apoio deles, ambos do PSB, à nossa candidata, Dilma Roussef", diz Dirceu.
O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) disse hoje em seu blog que a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) à Presidência obrigará o PT a apressar o lançamento do nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). O PMDB, principal partido da base aliada, tem pressa na definição e já cobrou de Dilma que assumisse a candidatura.
"A candidatura de Ciro Gomes [...], se confirmada como tudo indica, levará também o PT a ter que acelerar suas alianças e as definições relativas à candidatura da ministra Dilma Roussef", escreveu Dirceu em seu blog. "São consequências objetivas das decisões legítimas e soberanas do PSB e do deputado cearense."
Dirceu negou que tenha defendido o rompimento da aliança PSB-PT nas eleições de 2010. "[...] Se Ciro for candidato, o PSB legitimamente é que estará deixando a aliança com o PT e com nossa candidata, Dilma Rousseff, sem deixar o governo e o apoio ao presidente Lula, como tem reafirmado o próprio deputado-candidato."
No entanto, ele reafirmou que a candidatura de Ciro trará prejuízos aos palanques estaduais do PSB, além de disputar com o PT as mesmas alianças. "[...] Disputará conosco o apoio do PC do B, PDT, PR e PMDB e mesmo do PTB --que apoiou Ciro em 2002-- e do PP em nível estadual."
"E nós, do PT, teremos que decidir como compatibilizar nosso apoio aos governadores do Ceará, Cid Gomes, e de Pernambuco, Eduardo Campos e o apoio deles, ambos do PSB, à nossa candidata, Dilma Roussef", diz Dirceu.
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