O governador de São Paulo e provável candidato à Presidência José Serra (PSDB), afirmou, na manhã desta sexta-feira, 27, em Fortaleza, que não acredita que tenha caído nas pesquisas eleitorais como os institutos vêm divulgando. Ao longo de um ano, o tucano perdeu 15 pontos percentuais, enquanto Dilma Rousseff, a presidenciável do presidente Lula, subiu 11 pontos percentuais.
Serra disse que pesquisas não refletem muitas vezes a realidade e acabou criticando o Governo Federal por ter, segundo disse, antecipado a campanha eleitoral, “o que é muito ruim”.
O candidato fez as declarações após ministrar palestra sobre Conjuntura Econômica e Política Nacional e Internacional no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec-CE).
Nesta sexta-feira, 27, Serra também visita o município de Canindé, no Sertão Central, onde participará do seminário Ceará em Debate.
Tasso elogia Serra
O senador tucano Tasso Jereissati aproveitou para destacar a importância de Serra para o Ceará. Lembrou que ele contribuiu para que o Estado conquistasse importantes projetos estruturantes como o Porto do Pecém, o Castanhão e o Aeroporto Internacional Pinto Martins.
O tucano fez questão de destacar que Serra "muito ajudou o Ceará" quando foi ministro do Planejamento na Era FHC, no período de 1995 a 1996.
“No Governo Lula, só se fala em PAC, mas ninguém vê o PAC”, alfinetou Jereissati, que recebeu Serra para almoço em sua casa. }
Retirado do site do jornal O Povo
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domingo, 29 de novembro de 2009
Serra visita terra de "rival"
Retirado da FolhaOnline
Nome mais cotado do PSDB para disputar a Presidência em 2010, o governador de São Paulo, José Serra, chega hoje no Ceará para eventos na capital e no interior. Serra estará na base política do rival Ciro Gomes (PSB) não para tratar de qualquer questão de interesse do Estado que governa, mas para uma palestra a empresários, entrevistas a emissoras de televisão e um encontro do tucanato local no sertão cearense.
O Nordeste, região de maior aprovação a Lula no país, tem sido destino freqüente dos pré-candidatos a presidente, e Serra tem intensificado essa presença nos últimos meses, ainda que resista em dizer que esteja em campanha. Em outubro, por exemplo, esteve no interior de Pernambuco para conhecer obras mal-sucedidas do governo federal.
Antes de chegar ao Ceará, Serra concedeu uma entrevista a uma rádio nesta semana, por telefone, em que prometeu manter o Bolsa Família e todos os programas positivos do governo Lula, caso seja eleito presidente.
O Ceará tem um elemento desafiador a Serra: a influência eleitoral e a grande popularidade de Ciro e Lula. Em 2002, quando foi candidato ao Planalto e chegou ao segundo turno, Serra conseguiu apenas a terceira votação no Estado, com 8,5% dos votos válidos. O mais votado no primeiro turno daquela eleição foi Ciro, com 44,4% da preferência dos cearenses. No segundo turno, quando Lula teve o apoio de Ciro, o petista alcançou 71,7% da votação do Ceará, contra 28,2% do tucano.
Apesar de insistir em dizer que só deve decidir sobre a candidatura em março do ano que vem, Serra se movimenta na região numa tentativa de conquistar visibilidade e tentar barrar a queda que vem sofrendo nas pesquisas de intenção de voto, que diminuem gradualmente a vantagem que tinha para seus oponentes.
Ciro também dá palestra
Assim como em outubro, quando a visita de Serra a Pernambuco antecedeu em poucos dias uma viagem presidencial à região - para checar obras da transposição do rio São Francisco -, com a presença certa da ministra Dilma Rousseff (PT), pré-candidata à sucessão de Lula, a passagem do tucano hoje pelo Ceará coincide com outra visita pré-agendada da petista. Ela é esperada em Fortaleza na próxima segunda-feira, para a reunião de abertura da Frente Nacional dos Prefeitos, além de receber o título de cidadã fortalezense, aprovado na Câmara Municipal da cidade - a visita ainda não foi confirmada.
Enquanto Serra falar com os empresários, outro possível presidenciável, Ciro - que pode também ser candidato ao governo de São Paulo, reduto de Serra, já que transferiu o título de eleitor para a capital paulista -, também fará uma palestra no Fórum dos Juizados Especiais sobre a "conjuntura político-econômica brasileira". O teor da fala do tucano é semelhante à do desafeto, sobre "cenários brasileiros".
A viagem também servirá para tentar quebrar barreiras dentro do próprio partido, afinal, o paulista não conta com a preferência do maior líder do PSDB no Ceará, Tasso Jereissati, que abertamente defende a candidatura ao Planalto do governador de Minas Gerais, Aécio Neves.
Em 2002, Serra também não contou com esse apoio - Tasso, então, apoiou indiretamente o amigo Ciro, que nasceu em Pindamonhangaba (SP), mas foi criado e iniciou a carreira política em Sobral (CE).
O primeiro ambiente onde Serra falará hoje será onde nasceu o grupo político de Tasso no Ceará na década de 1980, o CIC (Centro Industrial do Ceará), que ainda mantém fortes vínculos políticos com partidos de oposição a Lula no país - como o PSDB e o PPS.
O segundo local é Canindé (a 110 km de Fortaleza), terra de forte devoção a São Francisco das Chagas, onde o PSDB realiza um encontro regional batizado de "Ceará em Debates", para estimular a militância e buscar retomar forças num Estado onde os partidos do arco de aliança do presidente Lula têm conquistado cada vez mais espaço.
Nome mais cotado do PSDB para disputar a Presidência em 2010, o governador de São Paulo, José Serra, chega hoje no Ceará para eventos na capital e no interior. Serra estará na base política do rival Ciro Gomes (PSB) não para tratar de qualquer questão de interesse do Estado que governa, mas para uma palestra a empresários, entrevistas a emissoras de televisão e um encontro do tucanato local no sertão cearense.
O Nordeste, região de maior aprovação a Lula no país, tem sido destino freqüente dos pré-candidatos a presidente, e Serra tem intensificado essa presença nos últimos meses, ainda que resista em dizer que esteja em campanha. Em outubro, por exemplo, esteve no interior de Pernambuco para conhecer obras mal-sucedidas do governo federal.
Antes de chegar ao Ceará, Serra concedeu uma entrevista a uma rádio nesta semana, por telefone, em que prometeu manter o Bolsa Família e todos os programas positivos do governo Lula, caso seja eleito presidente.
O Ceará tem um elemento desafiador a Serra: a influência eleitoral e a grande popularidade de Ciro e Lula. Em 2002, quando foi candidato ao Planalto e chegou ao segundo turno, Serra conseguiu apenas a terceira votação no Estado, com 8,5% dos votos válidos. O mais votado no primeiro turno daquela eleição foi Ciro, com 44,4% da preferência dos cearenses. No segundo turno, quando Lula teve o apoio de Ciro, o petista alcançou 71,7% da votação do Ceará, contra 28,2% do tucano.
Apesar de insistir em dizer que só deve decidir sobre a candidatura em março do ano que vem, Serra se movimenta na região numa tentativa de conquistar visibilidade e tentar barrar a queda que vem sofrendo nas pesquisas de intenção de voto, que diminuem gradualmente a vantagem que tinha para seus oponentes.
Ciro também dá palestra
Assim como em outubro, quando a visita de Serra a Pernambuco antecedeu em poucos dias uma viagem presidencial à região - para checar obras da transposição do rio São Francisco -, com a presença certa da ministra Dilma Rousseff (PT), pré-candidata à sucessão de Lula, a passagem do tucano hoje pelo Ceará coincide com outra visita pré-agendada da petista. Ela é esperada em Fortaleza na próxima segunda-feira, para a reunião de abertura da Frente Nacional dos Prefeitos, além de receber o título de cidadã fortalezense, aprovado na Câmara Municipal da cidade - a visita ainda não foi confirmada.
Enquanto Serra falar com os empresários, outro possível presidenciável, Ciro - que pode também ser candidato ao governo de São Paulo, reduto de Serra, já que transferiu o título de eleitor para a capital paulista -, também fará uma palestra no Fórum dos Juizados Especiais sobre a "conjuntura político-econômica brasileira". O teor da fala do tucano é semelhante à do desafeto, sobre "cenários brasileiros".
A viagem também servirá para tentar quebrar barreiras dentro do próprio partido, afinal, o paulista não conta com a preferência do maior líder do PSDB no Ceará, Tasso Jereissati, que abertamente defende a candidatura ao Planalto do governador de Minas Gerais, Aécio Neves.
Em 2002, Serra também não contou com esse apoio - Tasso, então, apoiou indiretamente o amigo Ciro, que nasceu em Pindamonhangaba (SP), mas foi criado e iniciou a carreira política em Sobral (CE).
O primeiro ambiente onde Serra falará hoje será onde nasceu o grupo político de Tasso no Ceará na década de 1980, o CIC (Centro Industrial do Ceará), que ainda mantém fortes vínculos políticos com partidos de oposição a Lula no país - como o PSDB e o PPS.
O segundo local é Canindé (a 110 km de Fortaleza), terra de forte devoção a São Francisco das Chagas, onde o PSDB realiza um encontro regional batizado de "Ceará em Debates", para estimular a militância e buscar retomar forças num Estado onde os partidos do arco de aliança do presidente Lula têm conquistado cada vez mais espaço.
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Aécio Neves deseja nova convergência política
De acorod com o jornal O Povo, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), defendeu a necessidade de uma ``nova convergência política`` para que o País avance no futuro governo. Pré-candidato à Presidência em 2010, Aécio mantém a posição de anunciar sua candidatura ao Senado caso a definição sobre o presidenciável tucano não ocorra até janeiro próximo, mas tem procurado amenizar as cobranças por uma decisão do partido, evitando o tom de ultimato.
Anteontem, ao comentar novamente o gesto de apoio do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) - que recentemente reafirmou que poderia abdicar de sua candidatura presidencial caso Aécio consiga se viabilizar como candidato tucano -, o governador de Minas chegou a dizer que seu principal papel no atual processo, "mais até do que ser candidato``, é o de ajudar na construção dessa nova convergência.
"Eu continuarei dizendo que nós temos que de alguma forma aliar as nossas preocupações com o momento pré-eleitoral com aquelas que teremos durante e também após as eleições``, insistiu. ``O Brasil precisará, para que tenhamos um governo em condições de fazer reformas, em condições de tomar as medidas que precisam ser tomadas, precisará de uma nova convergência política".
Aécio disputa a indicação do PSDB com o governador José Serra, mas tem assegurado apoio ao paulista caso ele seja o escolhido. Serra quer empurrar para março do ano que vem a definição do candidato. O principal argumento do tucano mineiro é sua apregoada capacidade de aglutinar outras forças
Anteontem, ao comentar novamente o gesto de apoio do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) - que recentemente reafirmou que poderia abdicar de sua candidatura presidencial caso Aécio consiga se viabilizar como candidato tucano -, o governador de Minas chegou a dizer que seu principal papel no atual processo, "mais até do que ser candidato``, é o de ajudar na construção dessa nova convergência.
"Eu continuarei dizendo que nós temos que de alguma forma aliar as nossas preocupações com o momento pré-eleitoral com aquelas que teremos durante e também após as eleições``, insistiu. ``O Brasil precisará, para que tenhamos um governo em condições de fazer reformas, em condições de tomar as medidas que precisam ser tomadas, precisará de uma nova convergência política".
Aécio disputa a indicação do PSDB com o governador José Serra, mas tem assegurado apoio ao paulista caso ele seja o escolhido. Serra quer empurrar para março do ano que vem a definição do candidato. O principal argumento do tucano mineiro é sua apregoada capacidade de aglutinar outras forças
Marina diz que não existe discussão sobre vaga de vice no PSOL
A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência da República pelo PV, disse nesta quinta-feira que a discussão sobre a vaga de vice não foi colocada na conversa preliminar que teve com a ex-senadora e presidente do PSOL, Heloísa Helena.
"O que nós estamos discutindo é um processo de aprofundamento da visão programática de cada partido e verificar se temos como superar as diferenças existentes entre nós para caminharmos juntos", afirmou.
Marina esteve hoje em São Paulo, onde ministrou palestras sobre questões climáticas, além de um jantar com socialite Ana Paula Junqueira, recém filiada ao PV. À tarde, na Expo Brasil Desenvolvimento Local, Marina afirmou que a crise ambiental é mais grave que a crise econômica. "É o que chamo de uma espécie de armagedon dos sistemas climáticos", disse.
A senadora e Heloísa Helena se encontraram na terça-feira (24) para discutir uma possível aliança em 2010. Na ocasião, PV e PSOL decidiram criar comissões para discutirem o assunto internamente.
A aproximação do PSOL com o PV só foi possível porque Heloísa Helena descartou a possibilidade de concorrer à Presidência para tentar voltar ao Senado. Porém, o possível apoio à Marina Silva não é unânime no PSOL. Parte do partido defende candidatura própria.
Questionada sobre o racha no PSOL, Marina admitiu que "as coisas" não são unânimes em nenhum partido, mas a maioria decidiu em fazer a comissão e aprofundar o diálogo.
"Obviamente foi uma primeira conversa entre eu e a senadora Heloísa Helena. Somos amigas, temos igualmente o mesmo objetivo de superar as dificuldades para caminharmos juntas. A partir da conversa, obviamente que estou bastante satisfeita. Há um desafio pela frente que eu sei que será desdobrado pelos nossos partidos", afirmou.
Retirado da FolhaOnline
"O que nós estamos discutindo é um processo de aprofundamento da visão programática de cada partido e verificar se temos como superar as diferenças existentes entre nós para caminharmos juntos", afirmou.
Marina esteve hoje em São Paulo, onde ministrou palestras sobre questões climáticas, além de um jantar com socialite Ana Paula Junqueira, recém filiada ao PV. À tarde, na Expo Brasil Desenvolvimento Local, Marina afirmou que a crise ambiental é mais grave que a crise econômica. "É o que chamo de uma espécie de armagedon dos sistemas climáticos", disse.
A senadora e Heloísa Helena se encontraram na terça-feira (24) para discutir uma possível aliança em 2010. Na ocasião, PV e PSOL decidiram criar comissões para discutirem o assunto internamente.
A aproximação do PSOL com o PV só foi possível porque Heloísa Helena descartou a possibilidade de concorrer à Presidência para tentar voltar ao Senado. Porém, o possível apoio à Marina Silva não é unânime no PSOL. Parte do partido defende candidatura própria.
Questionada sobre o racha no PSOL, Marina admitiu que "as coisas" não são unânimes em nenhum partido, mas a maioria decidiu em fazer a comissão e aprofundar o diálogo.
"Obviamente foi uma primeira conversa entre eu e a senadora Heloísa Helena. Somos amigas, temos igualmente o mesmo objetivo de superar as dificuldades para caminharmos juntas. A partir da conversa, obviamente que estou bastante satisfeita. Há um desafio pela frente que eu sei que será desdobrado pelos nossos partidos", afirmou.
Retirado da FolhaOnline
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Lula diz que continuará na política e que Dilma terá direito de tentar reeleição em 2014
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que continuará envolvido com a política depois do final de seu segundo mandato. Ele disse não ter pensado na possibilidade de concorrer novamente ao cargo em 2014.
"O que vou fazer, não sei. A única coisa de que tenho certeza é de que vou continuar fazendo política", disse o presidente.
Questionado sobre a possibilidade de ser candidato à Presidência em 2014, Lula disse que "seria uma imprudência" de sua parte pensar tão à frente. "Dependo de Deus e da saúde", afirmou o presidente, que completou 64 anos em 2009.
Lula também disse ter certeza de que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fará um bom governo caso seja eleita presidente no ano que vem e "terá direito de pleitear a reeleição" em 2014.
Se isso ocorrer, Lula disse que ficará "contente em ser um cabo eleitoral" nas eventuais campanhas de Dilma.
Lula ainda falou que, quando deixar a Presidência, mesmo que continue dedicado à política, evitará dar opiniões sobre seus sucessores --referência às críticas de antecessor, Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), a sua administração.
"Os ex-governantes contribuirão muito com o Brasil se deixarem a Presidência e ficarem calados, sem dar opinião sobre o próximo governo, e assim pretendo proceder", disse.
O presidente disse ter feito mais do que os brasileiros poderiam imaginar e, por isso, está "tranquilo" em relação a seu legado.
"Quem vier encontrará um Brasil infinitamente melhor do que o que eu encontrei. E terá que fazer muito mais do que o que eu fiz, e o que vier depois, mais ainda, para que o Brasil se transforme em uma economia muito forte nos próximos dez anos", afirmou.
Retirado da FolhaOnline
"O que vou fazer, não sei. A única coisa de que tenho certeza é de que vou continuar fazendo política", disse o presidente.
Questionado sobre a possibilidade de ser candidato à Presidência em 2014, Lula disse que "seria uma imprudência" de sua parte pensar tão à frente. "Dependo de Deus e da saúde", afirmou o presidente, que completou 64 anos em 2009.
Lula também disse ter certeza de que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fará um bom governo caso seja eleita presidente no ano que vem e "terá direito de pleitear a reeleição" em 2014.
Se isso ocorrer, Lula disse que ficará "contente em ser um cabo eleitoral" nas eventuais campanhas de Dilma.
Lula ainda falou que, quando deixar a Presidência, mesmo que continue dedicado à política, evitará dar opiniões sobre seus sucessores --referência às críticas de antecessor, Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), a sua administração.
"Os ex-governantes contribuirão muito com o Brasil se deixarem a Presidência e ficarem calados, sem dar opinião sobre o próximo governo, e assim pretendo proceder", disse.
O presidente disse ter feito mais do que os brasileiros poderiam imaginar e, por isso, está "tranquilo" em relação a seu legado.
"Quem vier encontrará um Brasil infinitamente melhor do que o que eu encontrei. E terá que fazer muito mais do que o que eu fiz, e o que vier depois, mais ainda, para que o Brasil se transforme em uma economia muito forte nos próximos dez anos", afirmou.
Retirado da FolhaOnline
Dilma diz que se tornará pré-candidata em 2010
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) disse nesta quarta-feira que vai virar pré-candidata somente em fevereiro de 2010, quando será realizado o congresso nacional do PT para definir quem vai disputar a Presidência da República pelo partido.
"Eu só vou virar pré-candidata em fevereiro, porque só em fevereiro tem o congresso do PT para escolher quem vai ser indicado para concorrer à sucessão do presidente Lula e para dar continuidade ao projeto do governo do presidente Lula", disse a ministra em entrevista à rádio Gaúcha.
A declaração foi em resposta à pergunta sobre como Dilma está trabalhando sua agenda em relação às eleições de 2010. Além de adiar a confirmação de sua pré-candidatura, a ministra afirmou que atualmente está dedicando à coordenação do governo.
Questionada sobre os números pesquisa CNT/Sensus divulgada na terça-feira (23), a ministra disse que o levantamento mostra apenas o retrato do momento e que ninguém pode ficar triste ou alegre com os números.
"Pesquisa é uma coisa virtual, volátil. Ninguém pode ficar nem muito triste nem muito alegre. [...] Não vejo grandes vantagens, nem desvantagens. É um indicador", afirmou.
Segundo a pesquisa, Dilma aparece em segundo, com 21,7% das intenções de voto, seguida pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 17,5%. Marina Silva (PV) tem 5,9% das intenções de voto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a pesquisa com 31,8%.
Retirado da FolhaOnline
"Eu só vou virar pré-candidata em fevereiro, porque só em fevereiro tem o congresso do PT para escolher quem vai ser indicado para concorrer à sucessão do presidente Lula e para dar continuidade ao projeto do governo do presidente Lula", disse a ministra em entrevista à rádio Gaúcha.
A declaração foi em resposta à pergunta sobre como Dilma está trabalhando sua agenda em relação às eleições de 2010. Além de adiar a confirmação de sua pré-candidatura, a ministra afirmou que atualmente está dedicando à coordenação do governo.
Questionada sobre os números pesquisa CNT/Sensus divulgada na terça-feira (23), a ministra disse que o levantamento mostra apenas o retrato do momento e que ninguém pode ficar triste ou alegre com os números.
"Pesquisa é uma coisa virtual, volátil. Ninguém pode ficar nem muito triste nem muito alegre. [...] Não vejo grandes vantagens, nem desvantagens. É um indicador", afirmou.
Segundo a pesquisa, Dilma aparece em segundo, com 21,7% das intenções de voto, seguida pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 17,5%. Marina Silva (PV) tem 5,9% das intenções de voto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a pesquisa com 31,8%.
Retirado da FolhaOnline
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Ciro abrindo mão da candidatura política?
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) reafirmou nesta terça-feira, 17, que poderá desistir de ser candidato à Presidência da República em 2010 caso o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, consiga se viabilizar como presidenciável do PSDB. Aécio e Ciro participaram de um evento em Belo Horizonte e depois almoçaram reservadamente no Palácio das Mangabeiras.
"Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, eu penso que a sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, após a solenidade de lançamento do portal da ONG Brasil Tem Jeito, idealizado pelo deputado federal Rodrigo de Castro (MG), secretário-geral do PSDB e um dos principais aliados do governador mineiro.
O deputado pelo Ceará voltou a observar que sua candidatura é uma decisão do partido, mas justificou sua disposição de abrir mão em favor de Aécio dizendo que o mineiro encerra o "provincianismo" da disputa entre as alas paulistas do PT e do PSDB.
"A minha necessidade aguda de ser candidato não remanesce mais", afirmou. "O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos, que é como ele faz em Minas Gerais, e celebrar um projeto de País que dê avanço ao que o presidente Lula representou".
O governador mineiro classificou Ciro como o "amigo de uma vida" e disse que avaliaria "todas as possibilidades" na conversa com o deputado do PSB. "Se pudermos estar juntos, para mim seria extraordinário. Se não pudermos não deixaremos de ter afinidades. Essas afinidades não se perdem em razão de circunstâncias políticas ou partidárias".
Retirado do jornal Estadão
"Se o governador Aécio Neves se viabilizar candidato a presidente da República, eu penso que a sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, após a solenidade de lançamento do portal da ONG Brasil Tem Jeito, idealizado pelo deputado federal Rodrigo de Castro (MG), secretário-geral do PSDB e um dos principais aliados do governador mineiro.
O deputado pelo Ceará voltou a observar que sua candidatura é uma decisão do partido, mas justificou sua disposição de abrir mão em favor de Aécio dizendo que o mineiro encerra o "provincianismo" da disputa entre as alas paulistas do PT e do PSDB.
"A minha necessidade aguda de ser candidato não remanesce mais", afirmou. "O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos, que é como ele faz em Minas Gerais, e celebrar um projeto de País que dê avanço ao que o presidente Lula representou".
O governador mineiro classificou Ciro como o "amigo de uma vida" e disse que avaliaria "todas as possibilidades" na conversa com o deputado do PSB. "Se pudermos estar juntos, para mim seria extraordinário. Se não pudermos não deixaremos de ter afinidades. Essas afinidades não se perdem em razão de circunstâncias políticas ou partidárias".
Retirado do jornal Estadão
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Dirceu diz que PT precisa agilizar candidatura de Dilma
da Folha Online
O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) disse hoje em seu blog que a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) à Presidência obrigará o PT a apressar o lançamento do nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). O PMDB, principal partido da base aliada, tem pressa na definição e já cobrou de Dilma que assumisse a candidatura.
"A candidatura de Ciro Gomes [...], se confirmada como tudo indica, levará também o PT a ter que acelerar suas alianças e as definições relativas à candidatura da ministra Dilma Roussef", escreveu Dirceu em seu blog. "São consequências objetivas das decisões legítimas e soberanas do PSB e do deputado cearense."
Dirceu negou que tenha defendido o rompimento da aliança PSB-PT nas eleições de 2010. "[...] Se Ciro for candidato, o PSB legitimamente é que estará deixando a aliança com o PT e com nossa candidata, Dilma Rousseff, sem deixar o governo e o apoio ao presidente Lula, como tem reafirmado o próprio deputado-candidato."
No entanto, ele reafirmou que a candidatura de Ciro trará prejuízos aos palanques estaduais do PSB, além de disputar com o PT as mesmas alianças. "[...] Disputará conosco o apoio do PC do B, PDT, PR e PMDB e mesmo do PTB --que apoiou Ciro em 2002-- e do PP em nível estadual."
"E nós, do PT, teremos que decidir como compatibilizar nosso apoio aos governadores do Ceará, Cid Gomes, e de Pernambuco, Eduardo Campos e o apoio deles, ambos do PSB, à nossa candidata, Dilma Roussef", diz Dirceu.
O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) disse hoje em seu blog que a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) à Presidência obrigará o PT a apressar o lançamento do nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). O PMDB, principal partido da base aliada, tem pressa na definição e já cobrou de Dilma que assumisse a candidatura.
"A candidatura de Ciro Gomes [...], se confirmada como tudo indica, levará também o PT a ter que acelerar suas alianças e as definições relativas à candidatura da ministra Dilma Roussef", escreveu Dirceu em seu blog. "São consequências objetivas das decisões legítimas e soberanas do PSB e do deputado cearense."
Dirceu negou que tenha defendido o rompimento da aliança PSB-PT nas eleições de 2010. "[...] Se Ciro for candidato, o PSB legitimamente é que estará deixando a aliança com o PT e com nossa candidata, Dilma Rousseff, sem deixar o governo e o apoio ao presidente Lula, como tem reafirmado o próprio deputado-candidato."
No entanto, ele reafirmou que a candidatura de Ciro trará prejuízos aos palanques estaduais do PSB, além de disputar com o PT as mesmas alianças. "[...] Disputará conosco o apoio do PC do B, PDT, PR e PMDB e mesmo do PTB --que apoiou Ciro em 2002-- e do PP em nível estadual."
"E nós, do PT, teremos que decidir como compatibilizar nosso apoio aos governadores do Ceará, Cid Gomes, e de Pernambuco, Eduardo Campos e o apoio deles, ambos do PSB, à nossa candidata, Dilma Roussef", diz Dirceu.
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PT
Aécio Neves faz elogios a Ciro Gomes
O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), se derramou em elogios hoje ao deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE).
"Ciro é homem para conduzir qualquer projeto político do Brasil. É dos mais qualificados homens públicos que eu conheço. Eu quero dizer que me orgulho muito da amizade com o Ciro", disse Aécio.
Os afagos acontecem na véspera da reunião do Diretório Nacional do PT, que vai analisar o veto à aliança com o PSB em Belo Horizonte. Ciro teria ficado descontente com o veto à aliança em torno da candidatura de Márcio Lacerda (PSB), que teria um vice do PT.
Apesar do PSB pertencer à base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Executiva do PT vetou a coligação por entender que ela esbarra nas eleições presidenciais de 2010. É que a aliança foi costurada por Aécio e pelo prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT). Para os petistas, a aliança deve cacifar o plano de Aécio de se candidatar em 2010.
Aécio criticou hoje a associação da eleição municipal de 2008 com a presidencial de 2010 e a utilização desse argumento para vetar a aliança de Belo Horizonte. "Aqueles que tiverem a visão míope de que isso tem interferência em 2010 ou que o que interessa é a vaidade desse ou daquele ator político, a vitória dessa ou daquela sigla partidária certamente não participarão desse projeto."
Segundo ele, o PSDB estará nessa aliança porque foi o primeiro a abrir mão de ter nome numa chapa encabeçada por Lacerda. "O PSDB, meu partido, foi o primeiro a dar o exemplo ao abdicar sequer de participar da chapa que vai concorrer. Ele vai participar do projeto em favor da cidade, aqueles que tiverem essa mesma visão, de que o mais importante é o interesse da população da cidade estarão conosco."
Questionado se havia recorrido a Lula para interceder em favor da aliança, Aécio respondeu que o presidente apóia a coligação. "Fomos colegas no Congresso Nacional. Falamos sobre esse assunto e ele, com muita clareza, não apenas a mim porque não foi uma conversa privada, mas a vários interlocutores, disse que considera absolutamente natural essa aliança. Até porque, como eu disse, ela já vem ocorrendo ao longo dos últimos anos."
Aécio disse que vai aguardar a decisão do Diretório Nacional do PT. "Cada partido tem o seu processo interno de decisões e não os mesmos em cada um dos partidos. Em Minas, o PT municipal e o PT estadual aprovam a aliança, o que já é uma demonstração clara de que os que conhecem o que está sendo feito em Belo Horizonte querem uma continuidade desse trabalho, uma aliança muito ampla."
Eleições presidenciais
Questionado se gostaria de ter Ciro como seu vice numa eventual chapa presidencial de 2010, Aécio respondeu: "Ciro Gomes é um homem preparado para governar o país, qualquer posto nesse país. Seria uma pretensão exagerada desse mineiro querer uma composição de chapa com o Ciro".
Ele também negou a possibilidade de sair do PSDB caso o partido venha a lançar em 2010 a candidatura do governador de São Paulo, José Serra, a presidente. "Não. Não cogito isso."
Segundo ele, o PSDB não escolherá o candidato a presidente por conta de seus desejos pessoais. "José Serra é um nome com grandes qualidades, mas ninguém será candidato do PSDB apenas porque queira ser candidato ou porque tenha vontade ser. Isso pode até ser um pressuposto, uma das pré-condições, mas é preciso que no momento certo. E a meu ver esse momento é o final do ano de 2009."
Para Aécio, o PSDB tem vários nomes bons para lançar em 2010. "Não faltam no Brasil de hoje candidatos, inclusive não faltam bons candidatos, o que a meu ver falta hoje no Brasil é um projeto claro de desenvolvimento."
Retirado do site VoteBrasil
"Ciro é homem para conduzir qualquer projeto político do Brasil. É dos mais qualificados homens públicos que eu conheço. Eu quero dizer que me orgulho muito da amizade com o Ciro", disse Aécio.
Os afagos acontecem na véspera da reunião do Diretório Nacional do PT, que vai analisar o veto à aliança com o PSB em Belo Horizonte. Ciro teria ficado descontente com o veto à aliança em torno da candidatura de Márcio Lacerda (PSB), que teria um vice do PT.
Apesar do PSB pertencer à base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Executiva do PT vetou a coligação por entender que ela esbarra nas eleições presidenciais de 2010. É que a aliança foi costurada por Aécio e pelo prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT). Para os petistas, a aliança deve cacifar o plano de Aécio de se candidatar em 2010.
Aécio criticou hoje a associação da eleição municipal de 2008 com a presidencial de 2010 e a utilização desse argumento para vetar a aliança de Belo Horizonte. "Aqueles que tiverem a visão míope de que isso tem interferência em 2010 ou que o que interessa é a vaidade desse ou daquele ator político, a vitória dessa ou daquela sigla partidária certamente não participarão desse projeto."
Segundo ele, o PSDB estará nessa aliança porque foi o primeiro a abrir mão de ter nome numa chapa encabeçada por Lacerda. "O PSDB, meu partido, foi o primeiro a dar o exemplo ao abdicar sequer de participar da chapa que vai concorrer. Ele vai participar do projeto em favor da cidade, aqueles que tiverem essa mesma visão, de que o mais importante é o interesse da população da cidade estarão conosco."
Questionado se havia recorrido a Lula para interceder em favor da aliança, Aécio respondeu que o presidente apóia a coligação. "Fomos colegas no Congresso Nacional. Falamos sobre esse assunto e ele, com muita clareza, não apenas a mim porque não foi uma conversa privada, mas a vários interlocutores, disse que considera absolutamente natural essa aliança. Até porque, como eu disse, ela já vem ocorrendo ao longo dos últimos anos."
Aécio disse que vai aguardar a decisão do Diretório Nacional do PT. "Cada partido tem o seu processo interno de decisões e não os mesmos em cada um dos partidos. Em Minas, o PT municipal e o PT estadual aprovam a aliança, o que já é uma demonstração clara de que os que conhecem o que está sendo feito em Belo Horizonte querem uma continuidade desse trabalho, uma aliança muito ampla."
Eleições presidenciais
Questionado se gostaria de ter Ciro como seu vice numa eventual chapa presidencial de 2010, Aécio respondeu: "Ciro Gomes é um homem preparado para governar o país, qualquer posto nesse país. Seria uma pretensão exagerada desse mineiro querer uma composição de chapa com o Ciro".
Ele também negou a possibilidade de sair do PSDB caso o partido venha a lançar em 2010 a candidatura do governador de São Paulo, José Serra, a presidente. "Não. Não cogito isso."
Segundo ele, o PSDB não escolherá o candidato a presidente por conta de seus desejos pessoais. "José Serra é um nome com grandes qualidades, mas ninguém será candidato do PSDB apenas porque queira ser candidato ou porque tenha vontade ser. Isso pode até ser um pressuposto, uma das pré-condições, mas é preciso que no momento certo. E a meu ver esse momento é o final do ano de 2009."
Para Aécio, o PSDB tem vários nomes bons para lançar em 2010. "Não faltam no Brasil de hoje candidatos, inclusive não faltam bons candidatos, o que a meu ver falta hoje no Brasil é um projeto claro de desenvolvimento."
Retirado do site VoteBrasil
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Conheça um pouco mais sobre o candidato - Parte 5

Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque nasceu em fevereiro de 1944 em Recife (PE). É casado com Gladys Buarque e tem duas filhas. É filho de um casal de classe média baixa - os pais trabalhavam em uma tecelagem e o adolescente Cristovam ajudava a vender panos e a fazer a contabilidade comercial dos negócios. Quando estudante, trabalhava ministrando aulas particulares de física e matemática, especialidade que o fez optar pelo curso de Engenharia Mecânica, aproveitando o clima desenvolvimentista do país nos anos 50 e 60.
Em 2003, foi nomeado ministro da Educação do governo Lula. Sua atuação foi inspirada no amigo Darcy Ribeiro e em Leonel Brizola. Por causa de Brizola, em 1989, recusou-se a ser vice de Lula nas primeiras eleições depois da ditadura militar. Como ministro, alfabetizou mais de 3 milhões de pessoas em um ano - a primeira meta de sua administração, interrompida intempestivamente.
No Senado Federal, é chamado por seu pares como SENADOR DA EDUCAÇÃO, tendo em vista sua defesa intransigente da educação como o caminho para o desenvolvimento e a justiça social.
No Senado, Cristovam já presidiu a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa e Comissão de Educação, Cultura e Esportes.
Editado e retirado do site do Senador
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Conheça um pouco mais sobre o candidato - Parte 4

Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores, e atual ministra da Casa Civil. É graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado em teoria econômica e doutorado em economia monetária e financeira, ambos pela Unicamp.
Na década de 1960, durante o regime militar, participou da luta armada atuando em organizações clandestinas de esquerda, como a Política Operária Polop e o Comando de Libertação Nacional (COLINA). Esteve presa entre 1970 e 1973 nos órgãos públicos de repressão política, quando foi torturada. Participou, na época, da ação que roubou o cofre do ex-governador paulista Adhemar de Barros onde teriam sido subtraídos US$ 2,6 milhões de dólares americanos.
No final da década de 1970, casou-se com o também militante político Carlos Araújo, fixando residência no Rio Grande do Sul. Participou da tentativa de reestruturação do Partido Trabalhista Brasileiro, vínculada ao grupo de Leonel Brizola. Após a perda da sigla para o grupo de Ivete Vargas, participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista. Foi Secretária de Minas e Energia durante o Governo Alceu Collares no Estado, entre 1991 e 1994. Em 1998 Olívio Dutra, do Partido dos Trabalhadores, ganha as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno, e Dilma novamente foi empossada na Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999, antes do governo petista ter completado um ano, o PDT abandona a base, exigindo que seus filiados entregassem os cargos. Dilma, juntamente com Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e o trabalhista histórico Sereno Chaise, sai do PDT e filia-se ao PT, continuando no governo.
Dilma Rousseff integra o governo de Lula desde o início, em 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, e passou a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, ocupando o lugar de José Dirceu. É mais um dos nomes citados para concorrer à Presidência da República em 2010.
Retirado de: http://dilmapresidente.blogspot.com/2008/03/pequena-biografia.html
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